Incentivo a fontes de energia vai custar R$ 5,6 bilhões aos consumidores em 2020, diz Aneel

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Subsídio, bancado por meio de encargo na conta de luz, beneficia energia eólica, solar, de biomassa e carvão. Fatura não inclui custo de incentivo para a geração própria.

Os consumidores brasileiros vão pagar R$ 5,6 bilhões em 2020 para financiar políticas públicas de incentivo a fontes de energia, como eólica, solar, biomassa e até carvão, aponta estimativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O incentivo é uma das ações do governo no setor elétrico cobertas pela chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). O dinheiro que abastece esse fundo vem de um encargo cobrado nas contas de luz de todos os brasileiros.
A maior parte dos R$ 5,6 bilhões corresponde ao subsídio para o desenvolvimento de novas fontes renováveis de energia.
É cobrado dos demais consumidores, diluído nas contas de luz das unidades residenciais e comerciais. Para 2020, esse custo é estimado em R$ 5 bilhões.

Conta de Desenvolvimento Energético
No total, as ações financiadas via CDE vão custar aos consumidores brasileiros R$ 20,1 bilhões em 2020. Esse valor é recorde e vai gerar uma alta média de 2,36% nas contas de luz.
O incentivo a fontes de energia (R$ 5,6 bilhões) corresponde a 28% desse valor. Outros subsídios cobertos pelo fundo são:
• conta de luz de famílias de baixa renda (R$ 2,380 bilhões);
• compra de parte do combustível usado pelas termelétricas que geram energia na região Norte do país (R$ 6,310 bilhões);
• descontos na tarifa de agricultores e de empresas de saneamento (R$ 8,528 bilhões).

LUMILIGHT DO BRASIL, DECOLANDO NA ENERGIA SUSTENTÁVEL!!