

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou ontem a reprogramação do pagamento de indenizações às transmissoras de energia. O prazo, agora, vai até 2027.
Com a decisão, as parcelas anuais de 2021 e 2022 serão de R$ 2,22 bilhões e R$ 3,25 bilhões, respectivamente.
Nos anos seguintes, entre 2023 e 2027, os consumidores vão pagar, via tarifa, parcelas de R$ 6,69 bilhões para as transmissoras.
Em 2020 os consumidores arcaram com o valor maior de R$ 8,31 bilhões.
A decisão ontem foi provocada por recurso apresentados pelas transmissoras, que solicitaram o recebimento nos mesmos oito anos, mas contados a partir do ano passado, quando a indenização passou a compor as receitas.
A decisão surtiu efeito imediato. Foram aprovados reajustes com índices médios de 10% para sete distribuidoras: Coelba (8,98%), Cosern (8,96%), Enel Ceará (8,95%), Energisa Sergipe (8,90%), CPFL Paulista (8,95%), Energisa MT (8,90%) e Energisa MS (8,90%).
Fonte: Valor Econômico